05 novembro

Teatro das Figuras 19h00

QUARTETO CONCORDIS

"𝐂𝐨𝐧𝐜𝐢𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐀𝐧𝐝𝐚𝐥𝐮𝐳", pelo Quarteto de Guitarras "Concordis" com a Orquestra Clássica do Sul. Este concerto apesar da sua magnitude, é uma obra poucas vezes tocada, quer seja pela dificuldade técnica inerente a cada solista, quer seja pela dificuldade de encontrar um quarteto sólido e disposto a tal. Enquanto obra de programa é sem dúvida uma escolha original. Escolha esta que o Quarteto Concordis se propõe a concretizar, pois reúne as competências necessárias e tem um percurso longo e significativo enquanto quarteto.

O Quarteto Concordis foi criado em 2005 e conta, na sua constituição atual, com Eudoro Grade, Rui Gama, Jorge Pires e Pedro Rufino. Da cumplicidade entre estes músicos, das suas personalidades e influências diversas, emerge como tónica a beleza tímbrica e sonora que as quatro guitarras proporcionam em conjunto.
A orientação musical deste quarteto posiciona-se de forma a evidenciar obras portuguesas, algumas adaptadas em exclusivo para este agrupamento. Exemplo disto é o trabalho do compositor Pedro Louzeiro sobre várias peças de Carlos Paredes e de Zeca Afonso, as quais integram o primeiro CD do Quarteto Concordis. Para além desta vertente, o Quarteto Concordis abrange também o vasto repertório geral para este agrupamento, tocando obras dos mais reconhecidos autores.
O Quarteto Concordis tem mantido uma intensa atividade concertística em Portugal e no estrangeiro, apresentando-se em inúmeros eventos entre os quais: “Festival Guitares en Picardie” e “Festival de Guitare de Vendome” (França); “Festival MED” (Loulé); Festival “Onde Sonore” e “Ossola Guitar Festival” (Itália); Festival Internacional de Guitarra de Palencia”, “Festival Internacional de Guitarra de Ronda” (Espanha), “London Guitar Festival” (Londres), Centro de Cultura Contemporânea (Castelo Branco), Festival Internacional de Guitarra de Faro, Festival Internacional de Guitarra de Lagoa, Fundação Oriente (Macau - China), Festival Internacional de Guitarra de Hong Kong (China), Festival Antena 2, Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa (Portugal) e Guitar Art Festival, Belgrado (Sérvia).
O Quarteto Concordis toca exclusivamente com cordas Savarez.



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COM ORQUESTRA CLÁSSICA DO SUL

Fundada em 2002 como Orquestra do Algarve torna-se Orquestra Clássica do Sul (OCS) em setembro de 2013, com o objetivo de levar a sua missão às regiões do Algarve, do Alentejo e da Península de Setúbal em Portugal e da Andaluzia em Espanha, oferecendo uma programação diversificada e de elevada qualidade artística.
Com uma programação de carácter regular, a OCS participou em diversos festivais como os Dias da Música do Centro Cultural de Belém (2014 e 2018), o “Festival Caixa a Sul” com Joana Machado e Gisela João (2014) e com Vitorino, Janita Salomé e os Cantadores de Redondo (2015), o Festival Internacional de Música do Algarve (de 2017 a 2019), o Festival Som Riscado numa colaboração com Vitor Gama e Salomé Pais Matos (2020) e, mais recentemente com Pedro Abrunhosa (2021), nas Noites F. Camané, Kátia Guerreiro e Mariza foram outros nomes do Fado com os quais a Orquestra teve a honra de partilhar o palco nos últimos anos, para além das parcerias com o grupo Ala dos Namorados e a cantora Ana Bacalhau.
Neste período a OCS levou à cena espetáculos como a ópera “Rita”, de Donizetti em coprodução com a all’Opera – Companhia de Ópera Itinerante, e “O Lago dos Cisnes” de Tchaikovsky, a convite da Companhia Nacional de Bailado (2015) e também com a companhia de dança Quorum Ballet (2017).
Em 2019 a OCS apresentou um novo projeto - um coro participativo. A criação de um Coro de música clássica permite alargar o leque de produções que podem ser apresentadas pela Orquestra, tendo em consideração reportórios muito específicos. Já em 2021, a OCS apresentou vários concertos de produção própria que tiveram por base vários temas musicais, desde a ópera, fado, música clássica de caráter mais leve, bem como concertos de música clássica e erudita. Neles participaram alguns convidados especiais, entre os quais o barítono Rui Baeta, a soprano Nataliya Stepanska e o tenor Pedro Rodrigues, como também, a fadista Alexandra e, ainda, o maestro convidado John Avery. Foram também realizados concertos em parceria com Dino D’Santiago e Filipe Sambado e, ainda, uma homenagem a Cole Porter num concerto concebido por Zé Eduardo.
A equipa artística conta com Rui Pinheiro como Maestro Titular.



CONCERTO ANDALUZ

Composto em 1967, na sequência de um pedido feito pelo lendário quarteto Los Romeros, o Concierto Andaluz é uma obra singular no repertório da guitarra, sendo a grande referência dos concertos para quarteto de guitarras e orquestra. Como o título sugere, é um concerto profundamente inspirado no folclore Andaluz, mas sem nunca o copiar, simplesmente reinventando-o com uma matriz de ritmos e motivos singularmente ao estilo de Joaquín Rodrigo. Constituído por três andamentos contrastantes, o Concierto Andaluz, apresenta uma viagem que começa com um enérgico Tempo de bolero com referências a sons de castalholas. O segundo andamento, Adagio, profundamente lírico e de reminiscências melismáticas, cria um antecedente perfeito que é depois contrastado com o vibrante e vigoroso andamento final, Allegretto. A festividade e virtuosismo do Concerto Andaluz são notáveis, e a sua pertinência em salas de concerto reforça-se ainda mais com a aproximação da celebração dos 120 anos do nascimento do compositor, no ano de 2021. Este concerto apesar da sua magnitude, é uma obra poucas vezes tocada, quer seja pela dificuldade técnica inerente a cada solista, quer seja pela dificuldade de encontrar um quarteto sólido e disposto a tal. Enquanto obra de programa é sem dúvida uma escolha original. Escolha esta que o Quarteto Concordis se propõe a concretizar, pois reúne as competências necessárias e tem um percurso longo e significativo enquanto quarteto.



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